segunda-feira, 8 de junho de 2015

Roteiro Reflexivo da Prática Etnográfica - 7

Dia 07: Caso a disciplina fosse ter sequência, que ações você desejaria desenvolver?
Gostaria de estar desenvolvendo ações que envolvesse ferramentas tecnológicas. Aprendi muito com o desenvolvimento desse blog e com o Google Maps. Por mais que utilizamos a tecnologia infelizmente ainda temos muitas lacunas nessa área a serem preenchidas e isso dificulta nosso trabalho em sala de aula, por que nossos alunos estão muito a nossa frente.

Roteiro Reflexivo da Prática Etnográfica - 6

Dia 06: Escolha uma pessoa amiga, parente ou demais colaboradores e peça que leia suas postagens do blog. Na sequência, pergunte qual a impressão sobre a leitura. Pergunte se a linguagem do blog esteve adequada para este diálogo. Anote os comentários e compartilhe seus novos aprendizados.Escolhi uma colega de trabalho para ler minhas postagens seu nome é Ana, segundo ela meu blog é muito informativo, linguagem de fácil entendimento, as informações são precisas e muito útil a quem deseja fazer uma pesquisa na área informada. De acordo com ela essa foi a primeira vez que viu um mapa assim em um blog, e isso é uma novidade muito interessante pois podemos estar sempre atualizando as informações do mapa.



quarta-feira, 3 de junho de 2015

Roteiro Reflexivo da Prática Etnográfica 5

Dia 05: Dentre as questões 1 à 4, escolha uma e, na sequência, apresente uma imagem representando sua resposta. Explique a sua escolha.Escolhi a questão de número dois. 
Nessa imagem apresento minha condição de apropriação, pertencimento e visualidades dessa praça. Trazendo para dentro de minhas memórias de outros tempos e lugares eu me aproprie dela de acordo com minhas visualidades e tornei-a minha, ela passou a me pertencer de acordo com minhas lembranças e tornou se parte de minha vida. 
Nome: Praça da Matriz – Aparecida de Goiânia  -  Imagem durante o dia - Acervo particular: Helena Gorete  - 2015 

Nome: Praça da Matriz – Aparecida de Goiânia  - Imagem a noite - Acervo particular: Helena Gorete  - 2015 


terça-feira, 2 de junho de 2015

Roteiro Reflexivo da Prática Etnográfica - 4

Dia 04: Este processo de experimentação deflagrou ações coletivas e colaborativas? Se sim, onde? De que maneira? Se não, apresente uma justificativa.
Sim. Nesse percurso de pesquisa e experimentação algumas ações foram desenvolvidas individualmente mas também tivemos ações coletivas e colaborativas.
Ao visitar a praça e fazer os registros dos momentos desenvolvi uma ação individual, mas ao conversar com pessoas, pesquisar sobre a história da construção da praça, seus monumentos, suas visualidades e suas memórias foi desenvolvida ações coletiva, pois essas pessoas é que me forneceram as informações necessárias a minha pesquisa. E na construção do mapa onde todos os registros foram inseridos tive a colaboração dos professores e orientadores. E ao socializarmos as informações coletadas na web estamos desenvolvendo mais uma ação colaborativa com quem visitar o nosso blog e apropriar dessas informações.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Roteiro Reflexivo da Prática Etnográfica - 3

Dia 03: Explique de que maneira esta relação etnográfica, construída entre a experiência in-loco e a experiência virtual, dialogou e estruturou, em termos metodológicos, estas duas esferas de aprendizagem? Ao desenvolver essa atividade tivemos a oportunidades de unir a aprendizagem experimental da prática da entrevista e da visita em campo, na qual visitamos o local escolhido, conversamos com pessoas que o frequenta e registramos esse lugar em forma de relatos e fotografias com a experiência da aprendizagem da construção virtual no Google Maps dessa pesquisa em forma de mapa, onde apresentamos nele o que aprendemos na prática. O resultado dessa experiência foi muito enriquecedor pois nos mostrou que podemos unir a prática experimental com a prática virtual transformando a aprendizagem mais dinâmica e interessante, utilizar a tecnologia em favor da aprendizagem e compartilhar com as outras pessoas o que aprendemos com responsabilidade de forma que essas informações por nós construídas possa ser útil a outras pessoas.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Roteiro Reflexivo da Prática Etnográfica – 2

Dia 02: Apresente suas reflexões sobre o processo de entrevistas e narrativas dos sujeitos, principalmente, sobre a noção de pertencimento sobre a "pracialidade" nos espaços percorridos por você, seja nos diferentes logradouros, seja na praça. Que conceitos estudados vocês destacariam para este relato reflexivo? Ao conversar com as pessoas que trabalham na praça ou por ela transitam, notei que alguns passam por ela todos os dias, as vezes até mais de uma vez e nunca notou seus canteiros, a forma de organizar o plantio deles, as flores neles plantadas, os bustos ali expostos e porque estão lá, o movimento das outras pessoas, o que elas fazem na praça, e até mesmo se a igreja fica com as portas abertas durante o dia, como se por ali passasse mas aquele lugar não fizesse parte de sua vida, não lhe pertencesse. Fiquei preocupada com essa atitude e me pus a procurar entender o porquê das pessoas não prestarem a atenção na beleza da praça. Ai então comecei a perceber nos diversos dias que frequentei a praça que a mesma fica muitas vezes no mês cheia de toldos para abrigar alguns eventos sociais, e com bastante propagandas, ai então comecei a entender que devido a essa “poluição visual”, as pessoas que por ali transitam ou até mesmo frequentam não observam com atenção a praça. E até mesmo a feirinha do domingo atrapalha a visão da praça, que fica cheia de fios atravessando seus caminhos e canteiros, mesas e cadeiras na calçada e muita gente que usa o espaço como se fosse um espaço de comércio. Ao me deparar com essas divagações me lembrei desse parágrafo do texto: Arte e Espaço Público de Lilian Amaral: A informação e a comunicação que caracterizam a cidade contemporâ¬nea parece emergir de uma lógica própria, aliada que está à sociedade de consumo. Tudo está para ser visto e consumido. Nessa medida, quando os artistas aproximam a arte da cidade, muitas vezes, suas obras são interpre¬tadas dentro do universo da propaganda (AMARAL, 2011, p.12). Dessa forma as pessoas estão tão imersas na vida cotidiana tão corrida e permeada pelas propagandas e sede de consumo que nem param para observar as coisas em sua essência, em sua beleza, e tudo torna tão banal e sem valor, não possuem o sentimento de pertencimento aquele lugar, o sentimento de tornar o lugar seu, de apropriar dele, de fazer dele parte de sua vida. Outra coisa também que me chamou a atenção foi as diferentes visualidades do mesmo espaço/lugar, cada pessoas vê o espaço com uma forma diferente, como se cada uma falasse de um espaço que não fosse essa praça, um espaço/lugar da memória, um lugar invisível para muitos e presentes para cada um deles. Também de acordo com um trecho do texto da Lilian Amaral: Em cada lugar, processam-se conexões entre lugares próximos ou distantes, vizinhos ou longínquos, em cada lugar confrontam-se diversidades, diferen¬ça e identidades. A percepção do lugar não depende da forma na cidade, mas do olhar do leitor capaz de superar o hábito e perceber as diferenças (AMARAL, 2011 p.20). De acordo com esse pensamento cada um cria seu lugar de sua maneira, de acordo com suas lembranças, seus valores, sua forma de ver cada coisa. Depois dessas reflexões, para mim os conceitos que ficou mais marcantes foram os conceitos de pertencimento e visualidades, pois acredito que tornamos pertencentes a algum lugar e nos apropriamos deles de acordo com nossa visão desse lugar, nossas memórias, nossos valores e crenças e transformamos esse lugar nosso. Referencias AMARAL, Lilian: Ateliê de Poéticas Urbanas – Coleção Tramas & Urdumes, Módulo 8 - Universidade Federal de Goiás. Faculdade de Artes Visuais; Centro Integrado de Aprendizagem em Rede (Ciar). - Goiânia: UFG/CIAR, 2011.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Roteiro Reflexivo da Prática Etnográfica.

"Intervalo/Respiro/Pequenos Deslocamentos" Dia 01: Retornando ao conceito de lugar já visto anteriormente nesta disciplina o que para mim ficou marcado principalmente após a etnografia da Praça de Aparecida foi que os lugares estão presentes fisicamente, mas também estão presentes no imaginário de quem os vê e deles retiram lembranças e memórias de outros lugares e espaços, eles podem ter vários sentidos e significados dependendo de quem os olha e analisa de acordo com suas necessidades e objetivos. No meu caso quando fiz a escolha da praça foi por que ela me fazia lembrar um outro lugar que para mim tem um significado especial, me traz lembranças e recordações felizes de outros tempos e espaços. Comprovei isto quando em minhas conversas com pessoas que frequentam a praça ou estavam de passagem por ela, descobri que para cada um a praça tinha um significado diferente do outro e isso se dava de acordo com suas lembranças, memórias ou objetivos de estar ali naquele momento ou em outros por eles citados. Em relação aos blogs compreendi que eles deixaram de ser utilizados apenas como diários virtuais de adolescentes e passaram a ser palcos de informações e discussões de diversos assuntos, principalmente entre professores que já vê neles uma alternativa de comunicação na educação e um excelente meio para oferecer uma formação descentralizada. Sem contar que não é tão difícil aprender criar e mantê-lo atualizado. E ao postar minhas descobertas nele fiquei muito feliz ao saber que elas serão aproveitadas por outras pessoas que poderão utiliza-las, e também aprendi mais uma ferramenta que poderei utilizar para dinamizar minhas aulas e melhorar a aprendizagem dos meus alunos. Sem contar que gostei muito dessa forma que vocês trabalharam essa disciplina, não ficou cansativa foi bem dinâmica e acrescentou muito na aprendizagem principalmente em relação a área tecnológica que os professores ainda estão necessitando aprender muito. E sobre a Universidade vejo que muito tem feito nessa nossa formação integrando diversos saberes necessários a nossa vida profissional, além das disciplinas comuns, nos proporcionando outros conhecimentos que muito será útil na nossa profissão e também a vida cotidiana.